Os católicos sempre encontraram uma maneira de se livrar da acusação de serem idólatras. Quando pressionados com textos bíblicos sobre seu modo de culto prestado a Deus, aos santos, às imagens, às relíquias, à eucaristia e à Maria, prontamente respondem que não levamos em conta a cuidadosa distinção de culto feita pela Igreja Católica para não incorrer neste pecado.
Os eruditos católicos precisam fazer esta distinção, pois, sem ela, não poderiam escudar-se quando pressionados com a acusação de idolatria. Com esta nuança de palavras, sentem-se livres para prosseguir com seus sofismas teológicos. Diante das severas advertências bíblicas, foi necessário fabricar-se uma tríplice distinção entre o que eles classificam “latria”, que seria o grau mais alto de adoração, “hiperdulia”, um grau abaixo daquele (tido como veneração a Maria) e superior à “dulia”, também veneração, mas prestada aos santos e aos objetos relacionados a tais santos, como, por exemplo, as imagens.
Os católicos dizem que prestam unicamente o culto de “latria” a Deus e o culto de “dulia” aos santos, sem incorrerem no risco de confundi-los. Contudo, esta “cuidadosa” diferença desaparece na prática. Vejamos, mais à frente, como ela tende a se confundir no desenrolar do culto que o devoto católico presta.
O papa Gregório estava errado quando disse que “as imagens são os livros dos ignorantes”. A bem da verdade, as imagens são mais eficazes para cegar os olhos espirituais destas pessoas e, conseqüentemente, deixá-las mais ignorantes ainda, do que para tirá-las desta condição.
Quando a imagem de algum “santo” cai no chão e quebra, o devoto não diz apenas que a imagem se quebrou, mas afirma ter quebrado o próprio santo, seja ele Antônio, Benedito, Jorge, José, entre outros, repetindo assim o episódio de Labão, que acusou Jacó de roubar não só suas imagens, mas seus “deuses” (Gn 31.30).
Imagine um católico fazendo a oração que segue, curta e fervorosa, diante do quadro da sagrada família — Jesus, Maria e José.
Meu Jesus, misericórdia.
Doce coração de Maria, sede a minha salvação.
Jesus, Maria, José eu vos dou meu coração e minha alma.
Jesus, Maria, José assisti-me na última agonia.
Jesus, Maria, José, expire a minha alma entre vós em paz.
Amém.
Perguntamos: Qual é o católico que consegue fazer a distinção entre “latria”, “dulia” e “hiperdulia” quando se prostra para rezar fervorosamente perante os três personagens do quadro? Como bem expressou a pesquisadora de religiões, Mary Schultze: “a mão-de-obra é grande demais!”
Como quase todas as invenções doutrinárias do catolicismo através dos séculos têm seu embrião no paganismo, esta suposta distinção entre um culto e outro não é uma exceção. Os pagãos rodeados por seus muitos deuses e intercessores fizeram uma hierarquia de culto para eles, distinguindo entre divindades maiores e divindades menores. A Roma papal, cópia fiel do paganismo, também procedeu do mesmo jeito. Isto nos traz à memória um texto bíblico em que aparece uma situação análoga: “Assim estas nações temiam ao SENHOR e serviam as suas imagens de escultura; também seus filhos, e os filhos de seus filhos, como fizeram seus pais, assim fazem eles até o dia de hoje” (2Rs 17.41; grifo do autor).
O correto uso dos vocábulos da Bíblia
Os termos gregos dulia e latria não têm nenhuma semelhança com a definição que lhes dá o catolicismo. Podemos desmontar este arcabouço doutrinário levantado pela teologia romanista simplesmente recorrendo ao original grego do Novo Testamento.
Dulia: é derivado do verbo grego douléuo, cujo equivalente é “servir”, “ser escravo”, “subserviente”. Este verbo é usado para expressar o nosso dever de servir a Deus, e aparece em passagens como:
Mateus 6.24
“Ninguém pode servir (douleuein) a dois senhores...”
Atos 20.19
“Servindo (douleuôn) ao Senhor com toda a humildade...”
Romanos 12.11 (V. tb. 14.18)
“Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo (douleuontes) ao Senhor”
Latria: o termo aparece nas escrituras gregas cristãs como adoração como culto, ritos, cerimônias, serviços exteriores. Vejamos alguns exemplos de seu uso:
João 16.2
“Expulsar-vos-ão das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço (latreian) a Deus”.
Romanos 9.4 (V. tb.12.1)
“Que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e as alianças, e a lei, e o culto (latreia), e as promessas”
Hebreus 9.6 (V. tb. 9.1)
“Ora, estando estas coisas assim preparadas, a todo o tempo entravam os sacerdotes no primeiro tabernáculo, cumprindo os serviços (latreias)”
A palavra comumente usada na Bíblia Sagrada para adoração é proskyneo, cujo significado, entre outros, é prostrar-se e adorar, e não latreia. Vejamos:
Mateus 4.10
“Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás (proskunêseis), e só a ele servirás (latreuseis)”
Tanto o culto de latria quanto o de dulia devem ser prestados somente a Deus, e a mais ninguém. Somente diante de Deus devemos nos prostrar e somente a Ele devemos servir. Portanto, servir a alguém em sentido religioso que não seja o próprio Deus é declaradamente idolatria, e foi essa a censura do apóstolo Paulo quando escreveu aos gálatas reprovando a vida idólatra que outrora levavam.
“Mas, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses” (Gl 4.8).
No original grego aparece a palavra dulia. Era justamente este o tipo de culto que os gálatas prestavam aos seus deuses, mas nem por isso Paulo os poupou de serem chamados de idólatras.
Aos tessalonicenses, o apóstolo diz o seguinte: “Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro” (1Ts 1.9).
Diante disso, entendemos que o culto de dulia deve ser prestado com exclusividade a Deus, ficando claro que o apóstolo, ao usar o termo dulia, condena esta superstição com a mesma força com que a condenaria com o termo latria” (Institutas, livro I, cap. 12).
O que é hiperdulia?
A definição do dicionarista para o prefixo hiper é: “posição superior; além; excesso”. Será que com o culto de hiperdulia os católicos não estariam cultuando a Maria acima e além de Deus e, conseqüentemente, transformando-a em um ídolo? As Escrituras nunca registram uma hiperdulia para Deus, mas apenas a dulia, já os católicos querem prestar a Maria um culto ou serviço superior ao que é prestado ao próprio Deus, ou seja, uma hiperdulia!
Para que nenhum católico diga que estamos jogando com as palavras para acusá-lo falsamente, vejamos o que afirma o livreto intitulado “Com Maria rumo ao novo milênio”, da editora Paulus:
“Houve um tempo em que os católicos veneravam demais os santos. Esqueceram-se um pouco de Jesus. Ele até parecia um santo ao lado dos outros...” (p. 13; grifo do autor).
Evidências disso são os títulos “santóides” conferidos a Jesus, tais como: “São Bom Jesus dos Milagres” e “Senhor Jesus do Bonfim”, entre outros.
Se isto não for idolatria, então não sabemos mais o que poderia ser!
Todavia, os fatos falam por si só. E a questão em pauta envolve fatos, e não nomes. Alguém já disse que “contra fatos não há argumentos”. Não adianta querer esconder a situação espiritual em que os católicos se encontram com sutilezas e supostas distinções de palavras. Suas práticas constituem-se em atos de adoração explícita, ou seja, quando um católico se prostra diante de uma imagem de Maria e lhe faz pedidos, isto é idolatria.
Onde está a diferença da qualidade do culto que prestam a Deus, aos santos ou a Maria e suas imagens? Ela desaparece por completo no desenrolar da adoração do fiel.
Por tudo isso é que não podemos aceitar a sutileza usada pelos teólogos católicos para diferenciar os tipos de culto que prestam em seus “arraiais”.
Oremos para que o Espírito Santo conceda-lhes oportunidades de reconhecer, em tempo oportuno, aquele que é o único digno de adoração. De verdadeira adoração!
Por Paulo Cristiano da Silva.
Jesus is Lord! Jesus ist der Herr! Jesús es el Señor! Ісуса за Господа ! Seigneur Jésus! Gesù è Signore! พระเยซูทรงเป็นองค์พระผู้เป็นเจ้า! 你 若 口 里 认 耶 稣 为 主 , 心 里 信 神 叫 他 从 死 里 复 活 , 就 必 得 救 。 Vậy nếu miệng ngươi xưng Đức Chúa Jêsus ra và lòng ngươi tin rằng Đức Chúa Trời đã khiến Ngài từ kẻ chết sống lại, thì ngươi sẽ được cứu;
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Sonho com Anjos descendo do céu
Semana Passada eu tive um sonho:
Onde milhares de anjos desciam de uma vez á terra
Uma multidao deles
E eu estendia as mãos ao alto
Para que eles me levassem
e então um deles
Vinha e segurava na minha mão
e ele era pequeno
comparado ao meu tamanho
Este sonho me fez repensar muitos pensamentos que eu tinha pré-estabelecidos sobre a volta de Jesus:
Primeiro na minha visão nós subíamos somente
como diz na Bíblia
"Onde estiver o corpo ali estarão os abutres"
"nos encontraremos com Ele nos ares"
logo eu via como se subissemos, porém este sonho me fez pensar, na passagem que Jesus diz que dará ordem aos seus anjos, Passai a foice na terra, e estes colherão o trigo...
Interessante, e também pensei na passagem de HEbreus, que a nenhum dos seus anjos, chamou de filhos, logo na verdade nós lavados e remidos pelo Senhor, nem temos dimensão da grandeza que temos aos olhos de Deus, e como diz em Hebreus, ele nos fez superiores aos anjos.
Deus tem nos dado autoridade, poder que nem imaginamos,
Somos tão deformados em nosso sentimento pequenes,
que nem temos dimensão do que é João 1
"ser feitos filhos de Deus" o que realmente significa diante dos anjos dos céus.
Louvado seja Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo
Adorado e servido seja o Senhor pelos séculos dos Séculos. Amém
Essa imagem aproxima-se do que vi, só que os anjos não tinham trombetas:
Onde milhares de anjos desciam de uma vez á terra
Uma multidao deles
E eu estendia as mãos ao alto
Para que eles me levassem
e então um deles
Vinha e segurava na minha mão
e ele era pequeno
comparado ao meu tamanho
Este sonho me fez repensar muitos pensamentos que eu tinha pré-estabelecidos sobre a volta de Jesus:
Primeiro na minha visão nós subíamos somente
como diz na Bíblia
"Onde estiver o corpo ali estarão os abutres"
"nos encontraremos com Ele nos ares"
logo eu via como se subissemos, porém este sonho me fez pensar, na passagem que Jesus diz que dará ordem aos seus anjos, Passai a foice na terra, e estes colherão o trigo...
Interessante, e também pensei na passagem de HEbreus, que a nenhum dos seus anjos, chamou de filhos, logo na verdade nós lavados e remidos pelo Senhor, nem temos dimensão da grandeza que temos aos olhos de Deus, e como diz em Hebreus, ele nos fez superiores aos anjos.
Deus tem nos dado autoridade, poder que nem imaginamos,
Somos tão deformados em nosso sentimento pequenes,
que nem temos dimensão do que é João 1
"ser feitos filhos de Deus" o que realmente significa diante dos anjos dos céus.
Louvado seja Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo
Adorado e servido seja o Senhor pelos séculos dos Séculos. Amém
Essa imagem aproxima-se do que vi, só que os anjos não tinham trombetas:
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
A hipocrisia no seio da Igreja
O Pecado da Hipocrisia At 4.32-5.11
Os crentes, movidos por amor cristão, vendiam seus imóveis espontaneamente. Faziam isto para distribuírem a importância apurada conforme a necessidade de cada um. Provavelmente, o dinheiro era trazido aos apóstolos num culto especial como ato de consagração. Barnabé, que era decerto um homem de bens e de influência, vendeu um campo e publicamente depositou seu valor em dinheiro aos pés dos apóstolos. Este ato de consagração despertou a admiração dos crentes. Talvez tenha havido durante aquele culto um derramamento poderoso do Espírito Santo. No meio daquele entusiasmo, Ananias e Safira venderam uma propriedade. Ananias entrou em acordo com sua mulher e reteve parte do preço, depositando o restante aos pés dos apóstolos.
Até ali, tudo havia sido glorioso na vida da igreja. Suas características típicas eram o amor fraternal, a bondade altruísta, a coragem heroica e a real devoção a Cristo. Não era, no entanto, nenhum Milênio espiritual. Satanás, longe de estar amarrado, trabalhava com vigor! Não conseguiu destruir a Igreja através das perseguições vindas de fora. Procurou, então, estragá-la por dentro, seduzindo alguns dos seus membros. Não conseguindo destruir o trigo, semeou seu joio (Mt 13.24-30). Suas primeiras vítimas, aliás indesculpáveis, foram Ananias e Safira. Daquele tempo para cá, a hipocrisia sempre tem seguido a realidade da religião como uma sombra negra.
I - Manifestada a Hipocrisia
Provavelmente os elementos principais do pecado de Ananias e Safira eram:
1. Cobiça. Como no caso de Judas, o amor ao dinheiro foi a raiz do seu pecado, "porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males" (1 Tm 6.10). Cobiçavam honra e glória na igreja e ao mesmo tempo o dinheiro. Planejavam um meio termo: dariam parte do dinheiro para obter a glória de terem dado tudo, e ao mesmo tempo, guardariam parte para desfrutar dela em particular.
2. Falta de fé. A falta de fé está por detrás de quase todos os pecados do crente. Ananias pensava, decerto, que valia a pena fazer uma boa contribuição para o gloriosoreavivamento espiritual, uma obra contínua e sólida. Mas, o que aconteceria se o movimento chegasse ao fim? Já não haveria "fundo de garantia". Precisava evitar o fanatismo e garantir o dia de amanhã.
3. Desejo de honra. O casal admirava o caráter generoso de Barnabé. Mas passaram a cobiçar o alto conceito e louvor recebidos por ele, devido seu ato de abnegação. Os dois queriam receber o louvor que se dá aos heróis da fé, porém, sem esforços nem sacrifícios.
4. A hipocrisia. O desejo de parecer virtuoso sem pagar o preço de ser - esta é a essência da hipocrisia. Literalmente, a palavra "hipócrita" originalmente queria dizer "ator". O hipócrita está sempre representando um papel que nada tem a ver com sua verdadeira personalidade. Quando Ananias trouxe o dinheiro, estava encenando uma mentira. Fingia estar contribuindo com a renda total da sua venda.
II - Detectada a Hipocrisia
1. Desmascarado o pecado. O Espírito Santo, habitando no meio da Igreja, detecta todo o pecado. Ananias escolheu um lugar muito perigoso e uma época desfavorávelà pratica da hipocrisia. O divino Espírito de pureza, sinceridade e verdade tinha sido derramado em abundância. Portanto, era imediatamente reconhecido o espírito da falsidade e hipocrisia que, em tais circunstâncias, era ainda mais imperdoável. Num ambiente de tanta espiritualidade, havia pessoas dispostas à hipocrisia. O que aconteceria, então, em tempos mais difíceis se não condenassem este pecado? Pedro, mediante o dom do discernimento de espíritos, viu o que havia em Ananias. Ele não pertencia àquele ambiente espiritual. Pela inspiração divina, Pedro disse: "Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus". Notamos aqui o seguinte:
2. A origem do pecado. "Por que encheu Satanás o teu coração?" Como na situação do cobiçoso Judas, Satanás derramava suas pecaminosas sugestões no coração de Ananias (cf. Jo 13.2). O diabo, no entanto, não pode entrar em nossa vida a não ser mediante permissão nossa. Por isso Pedro indagou: "Por quê?" - "Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.7). Por isso, a responsabilidade do homem permanece: "Por que formaste este desígnio em teu coração?"
3. A falta de desculpas para o pecado. Não havia a obrigação de os crentes venderem suas propriedades e trazerem aos apóstolos os montantes apurados. Não fora abolido o direito da posse individual de bens. Ananias não teria violado nenhum preceito se tivesse conservado sua propriedade. O ato de vender era da exclusiva responsabilidade do dono, bem como o ato de entregar aos apóstolos o dinheiro recebido. Os apóstolos não possuíam autoridade sobre o dinheiro, a não ser quando o recebiam para o fundo de assistência. "Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração?" Ananias não podia alegar a existência de alguma necessidade urgente, forçando-o a enganar, retendo parte da soma dedicada à igreja.
4. A natureza do pecado. "Não mentiste aos homens, mas a Deus." Provavelmente, imaginava que estivesse logrando a Pedro, líder da igreja. Não entendia que o verdadeiro líder da igreja é o Espírito Santo, onisciente, que a tudo perscruta. A Igreja Primitiva se constituía de um grupo sob a liderança do Espírito Santo (cf. At 8.29,39; 10.19; 13.2; 16.6,7).
III - Castigada a Hipocrisia
"E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou, e um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram".
1. O autor do julgamento. Pedro, como porta-voz do Espírito Santo, denunciou o pecado que lhe fora revelado de modo sobrenatural. O Espírito Santo, doador da vida, confirmando as palavras de Pedro, retirou seu apoio do corpo de Ananias, que expirou.
2. A natureza do julgamento. Pela narrativa, o castigo parece ter sido apenas a morte física. O que se pode dizer, no entanto, do destino eterno de Ananias e Safira? A Palavra não o declara aqui, mas, outros trechos podem lançar luz sobre o assunto: 1 Co 11.30-32; 5.4,5; 3.15; 1 Jo 5.16,17.
3. A severidade do julgamento. Era severo. No entanto, devemos considerar que o pecado foi cometido no meio de uma grande luz espiritual. Os dois tinham entrado em contato com as mais extraordinárias manifestações do Espírito Santo. Estavam conscientes da presença de um grande poder sobrenatural no seu meio. Embora Deus nem sempre castigue este pecado de uma forma tão imediata, severa e pública, fez deste casal um exemplo. Demonstrava que não seria tolerável a repetição da hipocrisia dos fariseus no meio dos cristãos. O registro deste incidente deveria ser suficiente para todos os séculos da história da Igreja.
4. O propósito do julgamento. "E houve um grande temor em toda a igreja e em todos os que ouviram estas Coisas". Na tenra infância do Cristianismo, era necessário que toda a corrupção fosse afastada do seu meio. O terrível castigo sobre Ananias e Safira ensinou a todos ser a Igreja uma instituição sagrada. Não seria tolerada a desonestidade em seu meio. Muitos dos que souberam do acontecimento tinham admiração pelo Cristianismo sem ousar se filiar a ele (v. 13). Ninguém, a não ser mediante conversão e transformação, iria se ajuntar a uma organização em que os hipócritas caíam mortos.
IV - Ensinamentos Práticos
1. Mentiras encenadas. "Por que é que entre vós vos Concertastes...?" (v. 9) sugere que o pecado não era fruto de algum súbito impulso. Fora premeditado. Pior ainda, o pecado fora "encenado em palco", como uma peça teatral. Fizeram de conta que estavam dando tudo, quando, na realidade, entregavam apenas uma parte. Planejar e deliberadamente dar uma falsa impressão, por atos ou gestos, representa um mal maior do que a mentira falada.
2. Evite que o pecado germine. Tomás Kempis escreveu: "Em primeiro lugar, chega à mente um simples pensamento sobre o mal, então chega à mente uma forte impressão do mesmo, e, depois, o deleite no mal com o impulso de praticá-lo, e finalmente, o consentimento". Estas palavras descrevem o caráter gradual do pecado. Talvez um impulso generoso tenha levado Ananias e Safira a vender a propriedade. Ao verem o dinheiro em mãos, porém, é que o tentador conseguiu fazer seus corações encherem-se de ganância. Fazendo-a depois dominar seus pensamentos e atos. Ananias e Safira se deixaram encantar por Satanás. Deixaram seu amor a Deus ceder lugar à concupiscência pelo ouro.
Houve, no entanto, um tempo em que tinham a possibilidade de resistir à tentação. E a lição que tiramos é: evite que o pecado germine. O pecado começa com um pensamento. É nesta altura que se trava a batalha decisiva contra o pecado. Devemos nos apegar firmemente à doutrina bíblica de que o diabo pode ser resistido (Tg 4.7).
3. "Filho da exortação" (ou "da consolação" - a palavra grega tem estes dois sentidos também no nome do Consolador). Em alto mar empregam-se dois tipos de faróis: um para advertir dos perigos e outro para mostrar o caminho certo. Ananias é farol de advertência; Barnabé, farol de orientação. Contrastam-se os dois tipos de "plenitude" em Atos 5.3 e 11.24.
Barnabé, após sua conversão, recebeu o nome de "filho da consolação". Seu novo nome evidenciava seu apoio generoso aos que estavam em dificuldades. Como ficou ilustrado nos casos de Saulo (At 9.26, 27) e de Marcos (At 15.39). Ao entregar seu dinheiro aos apóstolos, dava mais uma prova da sua disposição em dar seu tempo e talentos para ajudar aos irmãos. Utilizando seu dom de pregação, soube expressar em palavras a generosidade do seu coração para exortar e consolar os crentes. Chegando em Antioquia, após o início do despertamento ali, "exortou a todos a que permanecessem no Senhor com propósito do coração. Porque era homem de bem, e cheio do Espírito Santo e de fé" (At 11.23,24).
Barnabé deve servir de exemplo para todos nós. Muitas coisas acontecem para levar os outros à derrota e ao desânimo. Precisamos agir e falar em tais circunstâncias para sermos uma consolação e exortação ao nosso próximo.
4. Trigo e palha. Sempre sobra alguma palha no meio do trigo. Mesmo após a debulha mais severa. Mesmo nas melhores igrejas ainda haverá crentes hipócritas e sem consagração. No Estado de Oklahoma, EUA, criaram uma sociedade secreta a fim de combater os ladrões de cavalos. Queriam proteger os cavalos e levar os ladrões à justiça mediante um esforço conjunto. Fracassou. Em pouco tempo todo ladrão de cavalos daquela região se filiou à sociedade!
Não se justifica a desculpa dos que não querem ir à igreja dizendo: "Há muitos hipócritas na igreja". A fé cristã condena a hipocrisia. Todavia, a presença de crentes espúrios não é motivo para se rejeitar a fé cristã. Como a existência de uma nota falsificada não é motivo para alguém jogar no lixo todo o dinheiro que recebe.
5. A vida cristã tem suas próprias riquezas. Ananias e Safira eram seres humanos comuns, como todos nós. E eram crentes em Jesus Cristo. Entendemos seu pecado pois, num período de grande fervor espiritual, é possível alguém comover-se profundamente sem, contudo, progredir no caminho de verdade, retidão, justiça e pureza. Pode ter certeza quanto àquilo que crê, demonstrar zelo em propagar a fé e ainda fracassar quanto à distinção entre o certo e o errado (cf. Hb 5.11-14; 1 Co 3.1-3). Esta falha, nesse tipo de crente, torna-se uma pedra de tropeço para os de fora. A tentação que surge em muitos convertidos é permitir que as bênçãos transcendentes e gloriosas sejam procuradas mais do que o viver à altura da Palavra de Deus. Desta maneira sentir-se bem fica sendo sinônimo de praticar o bem.
Um membro contava ao seu pastor sobre a viagem marcada para a Terra Santa. Dizia entusiasticamente que, chegando ali, leria os Dez Mandamentos em voz alta, em pé no monte Sinai. "Não, irmão", disse o pregador com sinceridade. "Aceite meu conselho. Não precisa lê-los em voz alta. Fique em casa e guarde-os". O pregador tinha razão. O sentimentalismo não é substituto da justiça. A vida abençoada e santificada formam uma só vida cristã, com grandes riquezas espirituais, "porque esta é a caridade de Deus que guardemos os seus mandamentos..." (1 Jo 5.3).
6. O pecado estraga os melhores sistemas. Na Igreja Primitiva, havia uma esplêndida vida em conjunto. A comunhão de bens era a expressão de corações inflamados pela comunhão com Deus. Era a demonstração do amor divino que nutriam uns pelos outros. Hoje, o "comunismo", nome dado à falsificação feita pelo diabo, finge ter algo a ver com esta vida em comum. Mas é inspirado pelo ódio e não pelo amor. E este ódio é expressado em toda a sua fúria contra tudo quanto é de Deus.
A grande necessidade é a transformação dos corações humanos. Porque é do coração que procedem as coisas que arruínam qualquer sistema de economia. A história bíblica mostra que Israel, pela dureza de coração, não conseguia fazer as leis de Deus atingirem seu alvo.
7. A honestidade é a melhor política. O pecado de Ananias e Safira não é raridade. Dr. W. B. Riley escreveu: "Ouço mais mentiras com respeito às contribuições que as pessoas dão à igreja do que com respeito a qualquer outro assunto de conversação cristã. Comete-se mais fraude com respeito à proporção da renda que está sendo colocada no altar do Senhor do que em qualquer outro assunto na vida da igreja". Pessoas que vivem com duplicidade e falsidade por fim chegam a uma situação impossível. Seria muito mais fácil serem sinceras. Se empreendessem tanto esforço na fidelidade a Deus quanto dedicam a tramar falsidades, seriam exemplos de santidade! A honestidade é a melhor política em todo o nosso relacionamento com Deus e com os homens.
Bibliografia: M. Pearlman
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sábado, 6 de outubro de 2012
Flash Back - Lembrado pelo Espírito Santo
Só crendo em DeusNelson Ned
Só mesmo crendo em Deus
Só mesmo tendo Deus
Eu pude suportar
As coisas que eu passei
O tanto que já chorei
Que nem é bom lembrar
Ah! Se eu não cresse em Deus
Se eu não tivesse Deus
não quero nem pensar
Aonde estaria eu
Se não fosse a mão de Deus
Para me segurar
Só mesmo crendo em Deus
Só mesmo tendo Deus
É que agente vai
Só mesmo orando a Deus
E só louvando a Deus
E que a gente não cai
Se o mundo me enganar
Se tudo me faltar
Eu ainda creio em Deus
Nos sofrimentos meus
Virá a mão de Deus
Outra vez me amparar
Nos sofrimentos meus
Eu tenho a mão de Deus
para me segurar
Ô..ôoooooo
Só mesmo tendo Deus
Eu pude suportar
As coisas que eu passei
O tanto que já chorei
Que nem é bom lembrar
Ah! Se eu não cresse em Deus
Se eu não tivesse Deus
não quero nem pensar
Aonde estaria eu
Se não fosse a mão de Deus
Para me segurar
Só mesmo crendo em Deus
Só mesmo tendo Deus
É que agente vai
Só mesmo orando a Deus
E só louvando a Deus
E que a gente não cai
Se o mundo me enganar
Se tudo me faltar
Eu ainda creio em Deus
Nos sofrimentos meus
Virá a mão de Deus
Outra vez me amparar
Nos sofrimentos meus
Eu tenho a mão de Deus
para me segurar
Ô..ôoooooo
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Ser guiado por Deus
Senhor
Quero que guies minha vida
E não me deixes
Ser dirigida
Pela minha mente finita
Somente contigo
Posso
Alcançar os lugares altos
Viver o sobrenatural
Mover-me no impossível
Em todos os meus passos
Se há algo em mim
Que me aprisiona ou
Impede de chegar
Diante de Ti
Na grandiosidade
Da tua presença
Prepara-me
Limpa
Salva-me
Pois desejo a Ti
E não quero mais
Ficar alienada
Da Tua obra
Sublime
E abençoada
Que podes fazer
Enfim
Autora: Raquel Camargo Fragoso
Quero que guies minha vida
E não me deixes
Ser dirigida
Pela minha mente finita
Somente contigo
Posso
Alcançar os lugares altos
Viver o sobrenatural
Mover-me no impossível
Em todos os meus passos
Se há algo em mim
Que me aprisiona ou
Impede de chegar
Diante de Ti
Na grandiosidade
Da tua presença
Prepara-me
Limpa
Salva-me
Pois desejo a Ti
E não quero mais
Ficar alienada
Da Tua obra
Sublime
E abençoada
Que podes fazer
Enfim
Autora: Raquel Camargo Fragoso
terça-feira, 24 de maio de 2011
O Cristo que eu Creio...
O Cristo que eu creio...
Vendo a situação atual
De muitos crentes
Que embora frequentem a Igreja
Continuam doentes
Não me conformo, não
Com a acomodação
E infiltração do pecado
Sem que ninguém perceba
Não creio no Cristo
Que não transforma o perdido
O Cristo que deixa a pessoa
Da mesma condição que chega
Não creio neste Cristo
Que não tem poder de levantar o caído
O Cristo que não denuncia o pecado
E nem limpa a vida do enlameado
Como me entristeço, com o que tenho visto
Crentes pendentes na alma e no espírito
Pois vivem abraçados com seus vícios
Pecados ocultos, e desperdícios
Crentes que vivem se justificando
Por terem tanta deformação e sujeira
Depravação, homossexualismo
Adultérios, lesbianismo
Roubadores e até assassinos
Julgam-se salvos
Por que vão a um culto
Entoam um canto e dão seus surtos
Creio no Cristo
Que perdoa o pecado
o Cristo que pagou preço alto
Para resgatar as vidas
E erguer os salvos
Deste mundo podre e contaminado
Das sarjetas da vida e de todo assalto
O Cristo que Creio encontrou a adúltera
Perdoou seus pecados
Mas indicou-a que nunca mais fuja
Para a lama da infidelidade
O Cristo que creio
Encontrou o cobrador de imposto
Com todos os seus hábitos e desculpas
E fez dele um homem sem culpas
O Evangelista Matheus
O Cristo que creio
Continua o mesmo
Transforma a vida
E tira o pecado mais ameno
Mas também liberta
Do pecado mais oculto
Quero apresentar ao mundo
Este Cristo
Que lava pecados e que ressuscita
O novo homem para uma nova vida
Clamo a todos
Pastores, Pregadores
O Cristo está vivo
Por isso preguem a Palavra
Que está no Santo Livro
Não se calem
Ainda que o pecado
Tenha se multiplicado no mundo
Cristo a Verdade
Liberta e Levanta
Um homem caído
Salvo não simplesmente
Porque foi á igreja
E ali permaneceu sem eira nem beira
Sem nenhum compromisso
Mas salvo pela fé
Liberto do pecado
Renascido
Foi moldado
E erguido
Como Testemunha viva do Senhor
Jesus Cristo
Por isso basta de cristãos enrustidos
Como sepulcros caiados
Mortos vivos
Cheios de ossos secos
E totalmente apodrecidos
Em pecados e delitos
O Cristo que creio
Pagou pesada pena
Por isso ninguém venha
Justificar o erro
Daquele que por hipocrisia
Nega-se a render-se
A pureza do Evangelho
Que é água que lava
E purifica
Não me conformo
E jamais aceitarei
O Evangelho que muitos tem anunciado
Fraco sem poder sobre o pecado
Pregadores insensatos
Que nada falam
A não ser a favor
Da natureza humana
Falida e do homem impostor
Que é a velha criatura desumana
Prego por que creio no Salvador
Do perdido pecador
Que lava, limpa e purifica
Com seu sangue regenerador
A alma mais abatida
Do inferno e seu terror
Se o Cristo que crês
Não pode livrar de pecado
Arrependa-se e muda
Aceita a Palavra Pura
Do Verdadeiro Salvador
Raquel Camargo Fragoso
Publicado no Recanto das Letras em 25/05/2011
Código do texto: T2991460
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original ('Citar a autoria de Raquel Camargo Fragoso e o blog raquelfragoso.blogspot.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
Vendo a situação atual
De muitos crentes
Que embora frequentem a Igreja
Continuam doentes
Não me conformo, não
Com a acomodação
E infiltração do pecado
Sem que ninguém perceba
Não creio no Cristo
Que não transforma o perdido
O Cristo que deixa a pessoa
Da mesma condição que chega
Não creio neste Cristo
Que não tem poder de levantar o caído
O Cristo que não denuncia o pecado
E nem limpa a vida do enlameado
Como me entristeço, com o que tenho visto
Crentes pendentes na alma e no espírito
Pois vivem abraçados com seus vícios
Pecados ocultos, e desperdícios
Crentes que vivem se justificando
Por terem tanta deformação e sujeira
Depravação, homossexualismo
Adultérios, lesbianismo
Roubadores e até assassinos
Julgam-se salvos
Por que vão a um culto
Entoam um canto e dão seus surtos
Creio no Cristo
Que perdoa o pecado
o Cristo que pagou preço alto
Para resgatar as vidas
E erguer os salvos
Deste mundo podre e contaminado
Das sarjetas da vida e de todo assalto
O Cristo que Creio encontrou a adúltera
Perdoou seus pecados
Mas indicou-a que nunca mais fuja
Para a lama da infidelidade
O Cristo que creio
Encontrou o cobrador de imposto
Com todos os seus hábitos e desculpas
E fez dele um homem sem culpas
O Evangelista Matheus
O Cristo que creio
Continua o mesmo
Transforma a vida
E tira o pecado mais ameno
Mas também liberta
Do pecado mais oculto
Quero apresentar ao mundo
Este Cristo
Que lava pecados e que ressuscita
O novo homem para uma nova vida
Clamo a todos
Pastores, Pregadores
O Cristo está vivo
Por isso preguem a Palavra
Que está no Santo Livro
Não se calem
Ainda que o pecado
Tenha se multiplicado no mundo
Cristo a Verdade
Liberta e Levanta
Um homem caído
Salvo não simplesmente
Porque foi á igreja
E ali permaneceu sem eira nem beira
Sem nenhum compromisso
Mas salvo pela fé
Liberto do pecado
Renascido
Foi moldado
E erguido
Como Testemunha viva do Senhor
Jesus Cristo
Por isso basta de cristãos enrustidos
Como sepulcros caiados
Mortos vivos
Cheios de ossos secos
E totalmente apodrecidos
Em pecados e delitos
O Cristo que creio
Pagou pesada pena
Por isso ninguém venha
Justificar o erro
Daquele que por hipocrisia
Nega-se a render-se
A pureza do Evangelho
Que é água que lava
E purifica
Não me conformo
E jamais aceitarei
O Evangelho que muitos tem anunciado
Fraco sem poder sobre o pecado
Pregadores insensatos
Que nada falam
A não ser a favor
Da natureza humana
Falida e do homem impostor
Que é a velha criatura desumana
Prego por que creio no Salvador
Do perdido pecador
Que lava, limpa e purifica
Com seu sangue regenerador
A alma mais abatida
Do inferno e seu terror
Se o Cristo que crês
Não pode livrar de pecado
Arrependa-se e muda
Aceita a Palavra Pura
Do Verdadeiro Salvador
Raquel Camargo Fragoso
Publicado no Recanto das Letras em 25/05/2011
Código do texto: T2991460
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original ('Citar a autoria de Raquel Camargo Fragoso e o blog raquelfragoso.blogspot.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
domingo, 1 de maio de 2011
Não Pare nunca!
Ande
Ainda que ao seu redor
Levantem-se variadas situações
Querendo te desmotivar
E tirar a sua razão
Prossiga
Mesmo que cansado
Penses em desistir da vida
És amado de Deus
Limpe-se
Do mal que tentar
Macular teu passado
Marcas de ofensa e dor
Não paralisarão os teus passos
Pois tens o envio do Criador
Se esforce
Pois o renovo está em Deus
Que te conhece pelo nome
Não desista dos planos teus
Pois Ele muda a tua sorte
Perdoe
As ofensas dos teus perseguidores
E a si mesmo pelos vacilos que deu
Pois quem é que nunca falhou
Enquanto buscava a perfeição
Cada vacilo teu
Te amadureceu
Para que hoje
Remido
Possas acertar
E concertar os caminhos teus
Autora Raquel Fragoso
Ainda que ao seu redor
Levantem-se variadas situações
Querendo te desmotivar
E tirar a sua razão
Prossiga
Mesmo que cansado
Penses em desistir da vida
És amado de Deus
Limpe-se
Do mal que tentar
Macular teu passado
Marcas de ofensa e dor
Não paralisarão os teus passos
Pois tens o envio do Criador
Se esforce
Pois o renovo está em Deus
Que te conhece pelo nome
Não desista dos planos teus
Pois Ele muda a tua sorte
Perdoe
As ofensas dos teus perseguidores
E a si mesmo pelos vacilos que deu
Pois quem é que nunca falhou
Enquanto buscava a perfeição
Cada vacilo teu
Te amadureceu
Para que hoje
Remido
Possas acertar
E concertar os caminhos teus
Autora Raquel Fragoso
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Fé
Coração
Quão enganoso és
Mostrando sempre situações
Adversas e reveses
Não deixo meu sentimento comandar
Minha vida espiritual ou física
Mas guiada sou pela única Palavra
Que procede da Bíblia
Recebo alento
Consolo
Venço o tormento
Recebo amparo
Amor
Prossigo sem amargor
Não haverá mau tempo
Sabendo que Cristo é o meu Senhor
Amigo
Socorro bem presente
Abrigo
Que incentiva-me sempre
Vença!
Autor: Raquel Camargo Fragoso
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Quão enganoso és
Mostrando sempre situações
Adversas e reveses
Não deixo meu sentimento comandar
Minha vida espiritual ou física
Mas guiada sou pela única Palavra
Que procede da Bíblia
Recebo alento
Consolo
Venço o tormento
Recebo amparo
Amor
Prossigo sem amargor
Não haverá mau tempo
Sabendo que Cristo é o meu Senhor
Amigo
Socorro bem presente
Abrigo
Que incentiva-me sempre
Vença!
Autor: Raquel Camargo Fragoso
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