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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Protesto contra perseguição religiosa - gestão Kassab


Eu fico impressionada pois o Prefeito Kassab foi até às igrejas evangelicas antes das eleições, porém agora de uma maneira tão aleivosa se opõe a obra de Deus, não há omissão em regularizar a situação das igrejas junto à prefeitura, porém multas contínuas e o fechamento das igrejas sem permitirem o tempo hábil para a regularização, demonstram o destrato do atual Prefeito.


eu estou decepcionada...

Raquel




Líderes evangélicos fazem protesto em frente ao Teatro Municipal
Movimento busca respostas da Prefeitura sobre fechamento de igrejas na capital

13/02/2009
- Na última sexta-feira (13), centenas de evangélicos protestaram em frente ao Teatro Municipal de São Paulo contra ação da Prefeitura em fechar e autuar templos que não possuem alvará de funcionamento. O movimento foi uma resposta do povo evangélico que tem sofrido repressão por parte do executivo e não poder dar continuidade com suas obras que são inclusive assistenciais à sociedade.
Em 20 de dezembro de 2008, o Diário Oficial do município divulgou uma matéria onde apresenta inúmeros estabelecimentos fora da lei. Esses dados foram levantados por uma Comissão de Estudos da Câmara Municipal de São Paulo que constatou que 90% dos imóveis estão irregulares, entre eles shoppings, comércios, casas de shows, e faculdades. Entretanto, apenas as igrejas têm sido acionadas pela Prefeitura que propõe curto período para a regularização ou, como se verifica em muitos casos, já faz a interdição do imóvel.
Por esse motivo, lideranças evangélicas de várias denominações se encontraram no centro paulista munidos com faixas, camisetas e cartazes com dizeres em protestos como: “Por que só as igrejas?”, onde cantaram, oraram e pediram, em uma manifestação pacífica, à autoridade máxima da cidade que não permita o fechamento das igrejas evangélicas.
Os deputados estaduais José Bruno (DEM) e Major Olímpio (PV), deputado federal, Geraldo Tenuta (DEM) e o vereador Marcelo Aguiar (PSC) compareceram ao protesto e manifestaram suas indignações. Outros parlamentares como o deputado estadual André Soares (DEM), que representa a Igreja Internacional da Graça de Deus e o vereador Missionário José Olímpio (PP), pela Igreja Mundial do Poder de Deus, enviaram representantes à manifestação.
“Muitas pessoas que saíram das drogas, do alcoolismo e já não tinham mais esperança de viver não poderão mais voltar para suas igrejas, para a única instituição que as acolheram. Sabe por quê? Porque elas estarão de portas fechadas por não terem alvará de funcionamento. Aliás, milhares de imóveis na cidade também não têm essa documentação. Se é para fechar todos que estão fora da lei, São Paulo vai parar. A pergunta é: Por que só com as igrejas evangélicas?”, declarou o vereador Marcelo Aguiar.
Os líderes evangélicos deverão reunir-se na próxima semana, onde farão nova manifestação contra o que chamam de perseguição contra a igreja evangélica em São Paulo.

Assessoria de Imprensa: Aline Bernardo

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quinta-feira, 3 de julho de 2008

A perseguição religiosa em pleno século 21


Um em cada 10 cristãos no mundo está sujeito a restrições severas ou vivendo em estado de guerra. E para eles não há sinais de melhora. Pelo contrário: a ofensiva contra a liberdade religiosa, o conflito ideológico e a imposição a outros credos está ganhando força em todo o mundo. Nos dias de hoje, especialmente nas nações livres, a perseguição assume ares tanto explícitos quanto sutis.


Sob o manto da tolerância, o ataque à fé absoluta


As faces mais sutis da perseguição religiosa nas nações livres são revestidas sob o manto da tolerância e da igualdade. Basta observar o que aconteceu no ano passado na maior nação protestante do mundo, os Estados Unidos. Os Gideões Internacionais foram proibidos pela Justiça do Estado de Missouri de distribuir Bíblias a crianças em uma escola de Annapolis.

Alemanha, berço do protestantismo, é um exemplo claro de como a restrição à liberdade religiosa ganhou requintes de modernidade. No ano passado, o pastor luterano Johannes Lerle, de 55 anos, foi condenado a um ano de prisão por ter “incitado a oposição ao aborto durante uma pregação".

Ali também foi lançada, na Feira do Livro de Frankfurt de 2006, a primeira “Bíblia politicamente correta”, que "muda termos como "homens" por "pessoas" e "obedecer a Deus" por "escutar a Deus", entre outros trechos.

Na Espanha, foi incorporada ao currículo escolar uma disciplina de educação e aceitação a diferentes tipos de família e afetividades, incluindo as homossexuais – projeto que também está em estudo para ser implantado no Brasil.

Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, foi processado por ter se recusado a empregar um homossexual declarado, depois que lei semelhante a esta que está para ser votada no Senado brasileiro foi aprovada. Na Suécia, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter pregado um sermão contra o homossexualismo.

Tolerância agora exige negar que qualquer um tenha fé absoluta. Em nome do relativismo moral e cultural, segundo o qual todo uso, comportamento e costume deve ser respeitado e qualquer opinião e palavra contrária é interpretada como fanatismo, vemos o direito de evangelizar sendo atacado”, explica Johan Companjen presidente da Open Doors International.

De fato, as nações consideradas livres vivem hoje diante do desafio de identificar casos de perseguição e de resistir, a fim de evitar que a abertura de uma pequena brecha possa trazer consigo uma avalanche de imposições restritivas à divulgação da Palavra de Deus.

Novos desafios: Portas Abertas diversifica áreas de atuação
Embora a distribuição de Bíblias tenha sido o centro da atividade missionária durante anos a fio, há cada vez mais solicitações para treinamentos e a organização de retiros para jovens e crianças que vivem sob o aliciamento de guerrilhas. Também há os casos emergenciais, como os abrigos aos ex-muçulmanos ameaçados de morte por causa de sua conversão a Cristo.

Crescem também os pedidos para a defesa dos cristãos presos, o que inclui iniciativas junto aos meios de comunicação para dar visibilidade internacional às violações aos direitos humanos dos cristãos encarcerados, torturados ou mortos por causa da fé (veja em quais países a situação piorou).

Sem contar os casos de ajuda sócioeconômica para aqueles que são discriminados no meio social onde vivem e que por isso não conseguem emprego e muitas vezes têm impedido o acesso à água potável e à ajuda governamental.

Olhar e agir em favor do fortalecimento da Igreja Perseguida de Cristo ao redor do mundo é tarefa de todo o cristão, especialmente entre aqueles onde estão se cumprindo as palavras bíblicas: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos (2 Tm 3.12)”.


www.portasabertas.org.br