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sábado, 16 de fevereiro de 2013

A hipocrisia no seio da Igreja


O Pecado da Hipocrisia At 4.32-5.11

Os crentes, movidos por amor cristão, vendiam seus imóveis espontaneamente. Faziam isto para distribuírem a importância apurada conforme a necessidade de cada um. Provavelmente, o dinheiro era trazido aos apóstolos num culto especial como ato de consagração. Barnabé, que era decerto um homem de bens e de influência, vendeu um campo e publicamente depositou seu valor em dinheiro aos pés dos apóstolos. Este ato de consagração despertou a admiração dos crentes. Talvez tenha havido durante aquele culto um derramamento poderoso do Espírito Santo. No meio daquele entusiasmo, Ananias e Safira venderam uma propriedade. Ananias entrou em acordo com sua mulher e reteve parte do preço, depositando o restante aos pés dos apóstolos.

Até ali, tudo havia sido glorioso na vida da igreja. Suas características típicas eram o amor fraternal, a bondade altruísta, a coragem heroica e a real devoção a Cristo. Não era, no entanto, nenhum Milênio espiritual. Satanás, longe de estar amarrado, trabalhava com vigor! Não conseguiu destruir a Igreja através das perseguições vindas de fora. Procurou, então, estragá-la por dentro, seduzindo alguns dos seus membros. Não conseguindo destruir o trigo, semeou seu joio (Mt 13.24-30). Suas primeiras vítimas, aliás indesculpáveis, foram Ananias e Safira. Daquele tempo para cá, a hipocrisia sempre tem seguido a realidade da religião como uma sombra negra.

I - Manifestada a Hipocrisia

Provavelmente os elementos principais do pecado de Ananias e Safira eram:

1. Cobiça. Como no caso de Judas, o amor ao dinheiro foi a raiz do seu pecado, "porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males" (1 Tm 6.10). Cobiçavam honra e glória na igreja e ao mesmo tempo o dinheiro. Planejavam um meio termo: dariam parte do dinheiro para obter a glória de terem dado tudo, e ao mesmo tempo, guardariam parte para desfrutar dela em particular.

2. Falta de fé. A falta de fé está por detrás de quase todos os pecados do crente. Ananias pensava, decerto, que valia a pena fazer uma boa contribuição para o gloriosoreavivamento espiritual, uma obra contínua e sólida. Mas, o que aconteceria se o movimento chegasse ao fim? Já não haveria "fundo de garantia". Precisava evitar o fanatismo e garantir o dia de amanhã.

3. Desejo de honra. O casal admirava o caráter genero­so de Barnabé. Mas passaram a cobiçar o alto conceito e louvor recebidos por ele, devido seu ato de abnegação. Os dois queriam receber o louvor que se dá aos heróis da fé, porém, sem esforços nem sacrifícios.

4. A hipocrisia. O desejo de parecer virtuoso sem pagar o preço de ser - esta é a essência da hipocrisia. Literalmente, a palavra "hipócrita" originalmente queria dizer "ator". O hipócrita está sempre representando um papel que nada tem a ver com sua verdadeira personalidade. Quando Ananias trouxe o dinheiro, estava encenando uma mentira. Fingia estar contribuindo com a renda total da sua venda.

II - Detectada a Hipocrisia

1. Desmascarado o pecado. O Espírito Santo, habitan­do no meio da Igreja, detecta todo o pecado. Ananias es­colheu um lugar muito perigoso e uma época desfavorávelà pratica da hipocrisia. O divino Espírito de pureza, since­ridade e verdade tinha sido derramado em abundância. Portanto, era imediatamente reconhecido o espírito da falsidade e hipocrisia que, em tais circunstâncias, era ainda mais imperdoável. Num ambiente de tanta espiritualidade, havia pessoas dispostas à hipocrisia. O que aconteceria, então, em tempos mais difíceis se não condenassem este pecado? Pedro, mediante o dom do discernimento de espí­ritos, viu o que havia em Ananias. Ele não pertencia àquele ambiente espiritual. Pela inspiração divina, Pedro disse: "Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus". Notamos aqui o seguinte:

2. A origem do pecado. "Por que encheu Satanás o teu coração?" Como na situação do cobiçoso Judas, Satanás derramava suas pecaminosas sugestões no coração de Ananias (cf. Jo 13.2). O diabo, no entanto, não pode entrar em nossa vida a não ser mediante permissão nossa. Por isso Pedro indagou: "Por quê?" - "Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.7). Por isso, a responsabilidade do homem permanece: "Por que formaste este desígnio em teu coração?"

3. A falta de desculpas para o pecado. Não havia a obrigação de os crentes venderem suas propriedades e tra­zerem aos apóstolos os montantes apurados. Não fora abo­lido o direito da posse individual de bens. Ananias não teria violado nenhum preceito se tivesse conservado sua propri­edade. O ato de vender era da exclusiva responsabilidade do dono, bem como o ato de entregar aos apóstolos o di­nheiro recebido. Os apóstolos não possuíam autoridade sobre o dinheiro, a não ser quando o recebiam para o fundo de assistência. "Guardando-a não ficava para ti? E, vendi­da, não estava em teu poder? Por que formaste este desíg­nio em teu coração?" Ananias não podia alegar a existên­cia de alguma necessidade urgente, forçando-o a enganar, retendo parte da soma dedicada à igreja.

4. A natureza do pecado. "Não mentiste aos homens, mas a Deus." Provavelmente, imaginava que estivesse lo­grando a Pedro, líder da igreja. Não entendia que o verda­deiro líder da igreja é o Espírito Santo, onisciente, que a tudo perscruta. A Igreja Primitiva se constituía de um gru­po sob a liderança do Espírito Santo (cf. At 8.29,39; 10.19; 13.2; 16.6,7).

III - Castigada a Hipocrisia

"E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou, e um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram".

1. O autor do julgamento. Pedro, como porta-voz do Espírito Santo, denunciou o pecado que lhe fora revelado de modo sobrenatural. O Espírito Santo, doador da vida, confirmando as palavras de Pedro, retirou seu apoio do corpo de Ananias, que expirou.

2. A natureza do julgamento. Pela narrativa, o casti­go parece ter sido apenas a morte física. O que se pode dizer, no entanto, do destino eterno de Ananias e Safira? A Palavra não o declara aqui, mas, outros trechos podem lançar luz sobre o assunto: 1 Co 11.30-32; 5.4,5; 3.15; 1 Jo 5.16,17.

3. A severidade do julgamento. Era severo. No entan­to, devemos considerar que o pecado foi cometido no meio de uma grande luz espiritual. Os dois tinham en­trado em contato com as mais extraordinárias manifes­tações do Espírito Santo. Estavam conscientes da pre­sença de um grande poder sobrenatural no seu meio. Embora Deus nem sempre castigue este pecado de uma forma tão imediata, severa e pública, fez deste casal um exemplo. Demonstrava que não seria tolerável a repetição da hipocrisia dos fariseus no meio dos cristãos. O registro deste incidente deveria ser suficiente para todos os séculos da história da Igreja.

4. O propósito do julgamento. "E houve um grande temor em toda a igreja e em todos os que ouviram estas Coisas". Na tenra infância do Cristianismo, era necessário que toda a corrupção fosse afastada do seu meio. O terrível castigo sobre Ananias e Safira ensinou a todos ser a Igreja uma instituição sagrada. Não seria tolerada a desonestidade em seu meio. Muitos dos que souberam do acontecimento tinham admiração pelo Cristianismo sem ousar se filiar a ele (v. 13). Ninguém, a não ser mediante conversão e trans­formação, iria se ajuntar a uma organização em que os hipócritas caíam mortos.

IV - Ensinamentos Práticos

1. Mentiras encenadas. "Por que é que entre vós vos Concertastes...?" (v. 9) sugere que o pecado não era fruto de algum súbito impulso. Fora premeditado. Pior ainda, o pecado fora "encenado em palco", como uma peça teatral. Fizeram de conta que estavam dando tudo, quando, na realidade, entregavam apenas uma parte. Planejar e deliberadamente dar uma falsa impressão, por atos ou gestos, representa um mal maior do que a mentira falada.

2. Evite que o pecado germine. Tomás Kempis escre­veu: "Em primeiro lugar, chega à mente um simples pen­samento sobre o mal, então chega à mente uma forte im­pressão do mesmo, e, depois, o deleite no mal com o im­pulso de praticá-lo, e finalmente, o consentimento". Estas palavras descrevem o caráter gradual do pecado. Talvez um impulso generoso tenha levado Ananias e Safira a ven­der a propriedade. Ao verem o dinheiro em mãos, porém, é que o tentador conseguiu fazer seus corações encherem-se de ganância. Fazendo-a depois dominar seus pensamen­tos e atos. Ananias e Safira se deixaram encantar por Satanás. Deixaram seu amor a Deus ceder lugar à concupis­cência pelo ouro.

Houve, no entanto, um tempo em que tinham a possibi­lidade de resistir à tentação. E a lição que tiramos é: evite que o pecado germine. O pecado começa com um pensamento. É nesta altura que se trava a batalha decisiva contra o pecado. Devemos nos apegar firmemente à doutrina bí­blica de que o diabo pode ser resistido (Tg 4.7).

3. "Filho da exortação" (ou "da consolação" - a pala­vra grega tem estes dois sentidos também no nome do Consolador). Em alto mar empregam-se dois tipos de fa­róis: um para advertir dos perigos e outro para mostrar o caminho certo. Ananias é farol de advertência; Barnabé, farol de orientação. Contrastam-se os dois tipos de "pleni­tude" em Atos 5.3 e 11.24.

Barnabé, após sua conversão, recebeu o nome de "filho da consolação". Seu novo nome evidenciava seu apoio generoso aos que estavam em dificuldades. Como ficou ilustrado nos casos de Saulo (At 9.26, 27) e de Marcos (At 15.39). Ao entregar seu dinheiro aos apóstolos, dava mais uma prova da sua disposição em dar seu tempo e talentos para ajudar aos irmãos. Utilizando seu dom de pregação, soube expressar em palavras a generosidade do seu cora­ção para exortar e consolar os crentes. Chegando em Antioquia, após o início do despertamento ali, "exortou a todos a que permanecessem no Senhor com propósito do coração. Porque era homem de bem, e cheio do Espírito Santo e de fé" (At 11.23,24).

Barnabé deve servir de exemplo para todos nós. Muitas coisas acontecem para levar os outros à derrota e ao desâ­nimo. Precisamos agir e falar em tais circunstâncias para sermos uma consolação e exortação ao nosso próximo.

4. Trigo e palha. Sempre sobra alguma palha no meio do trigo. Mesmo após a debulha mais severa. Mesmo nas melhores igrejas ainda haverá crentes hipócritas e sem consagração. No Estado de Oklahoma, EUA, criaram uma sociedade secreta a fim de combater os ladrões de cavalos. Queriam proteger os cavalos e levar os ladrões à justiça mediante um esforço conjunto. Fracassou. Em pouco tem­po todo ladrão de cavalos daquela região se filiou à soci­edade!

Não se justifica a desculpa dos que não querem ir à igreja dizendo: "Há muitos hipócritas na igreja". A fé cris­tã condena a hipocrisia. Todavia, a presença de crentes espúrios não é motivo para se rejeitar a fé cristã. Como a existência de uma nota falsificada não é motivo para al­guém jogar no lixo todo o dinheiro que recebe.

5. A vida cristã tem suas próprias riquezas. Ananias e Safira eram seres humanos comuns, como todos nós. E eram crentes em Jesus Cristo. Entendemos seu pecado pois, num período de grande fervor espiritual, é possível alguém co­mover-se profundamente sem, contudo, progredir no cami­nho de verdade, retidão, justiça e pureza. Pode ter certeza quanto àquilo que crê, demonstrar zelo em propagar a fé e ainda fracassar quanto à distinção entre o certo e o errado (cf. Hb 5.11-14; 1 Co 3.1-3). Esta falha, nesse tipo de cren­te, torna-se uma pedra de tropeço para os de fora. A ten­tação que surge em muitos convertidos é permitir que as bênçãos transcendentes e gloriosas sejam procuradas mais do que o viver à altura da Palavra de Deus. Desta maneira sentir-se bem fica sendo sinônimo de praticar o bem.

Um membro contava ao seu pastor sobre a viagem marcada para a Terra Santa. Dizia entusiasticamente que, chegando ali, leria os Dez Mandamentos em voz alta, em pé no monte Sinai. "Não, irmão", disse o pregador com sinceridade. "Aceite meu conselho. Não precisa lê-los em voz alta. Fique em casa e guarde-os". O pregador tinha razão. O sentimentalismo não é substituto da justiça. A vida abençoada e santificada formam uma só vida cristã, com grandes riquezas espirituais, "porque esta é a caridade de Deus que guardemos os seus mandamentos..." (1 Jo 5.3).

6. O pecado estraga os melhores sistemas. Na Igreja Primitiva, havia uma esplêndida vida em conjunto. A co­munhão de bens era a expressão de corações inflamados pela comunhão com Deus. Era a demonstração do amor divino que nutriam uns pelos outros. Hoje, o "comunis­mo", nome dado à falsificação feita pelo diabo, finge ter algo a ver com esta vida em comum. Mas é inspirado pelo ódio e não pelo amor. E este ódio é expressado em toda a sua fúria contra tudo quanto é de Deus.

A grande necessidade é a transformação dos corações humanos. Porque é do coração que procedem as coisas que arruínam qualquer sistema de economia. A história bíblica mostra que Israel, pela dureza de coração, não conseguia fazer as leis de Deus atingirem seu alvo.

7. A honestidade é a melhor política. O pecado de Ananias e Safira não é raridade. Dr. W. B. Riley escreveu: "Ouço mais mentiras com respeito às contribuições que as pessoas dão à igreja do que com respeito a qualquer outro assunto de conversação cristã. Comete-se mais fraude com respeito à proporção da renda que está sendo colocada no altar do Senhor do que em qualquer outro assunto na vida da igreja". Pessoas que vivem com duplicidade e falsidade por fim chegam a uma situação impossível. Seria muito mais fácil serem sinceras. Se empreendessem tanto esforço na fidelidade a Deus quanto dedicam a tramar falsidades, seriam exemplos de santidade! A honestidade é a melhor política em todo o nosso relacionamento com Deus e com os homens.

Bibliografia: M. Pearlman

domingo, 2 de janeiro de 2011

O fim dos traiçoeiros e manipuladores que se julgam indomáveis

Abner simboliza o crente indomável, ele lutas as guerras do rei, batalha é atuante; porém é insubordinável, não se submete aos princípios da aliança, justificando-se pelo seu muito afazer, porque trabalha muito, porque faz coisas demais, julga-se no direito de quebrar e violar as regras sem ser penalizado, afinal ele é bom no que faz, tem o dom, se transgride, peca, trai, adultera, se prostitui que mal haverá? Pois cumpre os seus afazeres cabalmente, ele é o “cara”, tem poder, força, recursos, influência, quem vai contradizê-lo, mexer com ele é correr riscos, pode prejudicar, tumultuar ou constranger, afinal ele domina sobre muitos, poderia gerar uma divisão, confusão , o que fazer?


Isbosete sabia de todo poder, influência e manipulação que existia , porém ousou repreender Abner, pelo erro que cometera, de deitar-se com a concubina de seu pai, neste momento contrariou aquele que se colocava como inquestionável, perfeito e exemplar.

"Ora, Saul tinha uma concubina chamada Resfa, filha de Aia. Isboset disse a Abner: Por que te aproximaste da concubina de meu pai?" (2Sm 3,7)

Da mesma forma se portavam os fariseus na época de Jesus, queriam apresentar-se potentes, intocáveis e limpos quando interiormente estavam cheios de imoralidade e corrupção, e porque Cristo ousou denunciá-los também sofreu perseguição e traição:

"Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Sois semelhantes aos sepulcros caiados: por fora parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos, de cadáveres e de toda espécie de podridão". (Mt 23,27)

Abner quando repreendido pelo seu pecado, transformou-se pois não era filho, mas um bastardo execrável, só prestava serviços para o reino, era uma ativista que desenvolvia seus próprios feitos mas por ego do que propriamente por dedicação ou amor . Abner acostumado a ser sempre só aplaudido indigna-se pois afinal fora requerido pelo pecado que cometera:

"Abner indignou-se com estas palavras de Isboset e disse: Sou porventura uma cabeça de cão a serviço de Judá? Enquanto neste momento trabalho pela casa de Saul, teu pai, pelos seus irmãos e seus amigos, não os deixando cair nas mãos de Davi, vens tu acusar-me de pecado com esta mulher?" (2Sm 3,8)

Abner o ativista sem comprometimento real com o reino de Saul transformou-se depois da repreensão, e mostrou sua verdadeira essência infiel, carnal e traiçoeira ameaçando Isbosete vai para o lado inimigo e confabula, arma e entrega todos os segredos que adquirira na época que fingiu ser leal .

Abner intratável no caráter e conduta, quantos Abners encontramos por aí, religiosos, fariseus que se movem velozmente, trabalham, fazem o que tem que fazer porém pelo que fazem materialmente ou financeiramente julgam-se intocáveis, não podem ser contrariados ou denunciados em seus muitos pecados que acobertam e ainda intitulam-se aptos para o reino.

Porque Abner foi contrariado, denunciado e repreendido virou-se contra o seu senhor, ameaçando, traiu o reino de Saul entregando-o a Davi.

Quantos homens de dinheiro acham que compraram a igreja, os pastores, os templos e assim fazem o que querem, porém pelo muito que dão julgam-se perfeitos, e líderes como na antiguidade vendidos acabam calando-se e não lhes denuncia os muitos pecados, com medo de perderem tal ovelha gorda do rebanho, afinal fazem tanto com o dinheiro por ele empreendido, já ouvi de homens abastados que destituíram líderes, pastores, presbíteros e verdadeiros servos de Deus porque ousaram tocar ou denunciar os seus pecados, adultérios ou devassidões.

Por outro lado, vemos os fariseus que trabalham muito, tem o poder em suas mãos, o monopólio das pessoas , as informações e dominam igrejas, habituados a reinarem se uma vez ofendidos em sua muita astucia armam contra a sua liderança , causam divisões, escândalos e acabam com a reputação de qualquer um, estes como Abner, embora estivessem no reino nunca pertenceram a ele, tem como deus o próprio ventre e enquanto são adulados e reconhecidos dão resultados, mas porque não são filhos do reino, não se deixam ser tratados, podem passar 20, 30, 45 anos dentro da igreja com os mesmos pecados e nem se sentem prejudicados, até que surja alguém que embora reconheça a tensão e confusão que vai fazer, ouse repreender.

Hoje há muitos pastores, líderes, missionários que como Isbosete ousaram, fiéis a Deus, tocaram em Abner, denunciaram-no e viveram o revés das suas muitas astúcias , manipulações e falcatruas, porém são homens honrados diante do Senhor, profetas fiéis que terão o seu galardão, pois não fala somente o que o povo quer ouvir, mas o que Deus mesmo quer falar.Isbosete temeu, sofreu na mão daquele manipulador traidor, porém a denúncia revelou de vez quem Abner era, um traidor falso.

"Isboset não soube o que responder a Abner, porque o temia". (2Sm 3,11)

O Traidor Abner era tão hipócrita religioso, que até simulou motivos espirituais para trair e prejudicar o reino de Saul, da mesma forma o falso irmão age, enquanto tudo lhe convém ele está do seu lado, mas se sente prejudicado, arruma os maiores argumentos para não somente deixar-te, ou afastar-se de ti, pois isso seria tolerável, mas ele alega motivações retas e espirituais para te trair, prejudicar, ferir e eliminar:

"Deus me trate com o maior rigor, se eu não procurar para Davi tudo o que o Senhor lhe prometeu," (2Sm 3,9) "a saber, tirar a realeza da casa de Saul e firmar o trono de Davi sobre Israel e sobre Judá, desde Dã até Bersabéia!" (2Sm 3,10)

Abner realmente dominado pela traição, maldade, vingança, manipulação, farsa trai Isbosete , regozijando-se julgava que se sairia bem, pensava que poderia continuar fazendo o que sempre quis da forma que bem desejasse, era só continuar dando o seu bom trabalho, porém ele estava enganado, havia um inimigo no encalço dele, desde o passado, o nome dele era Joabe, e encontrou neste momento da história ocasião para mata-lo, porque Abner deixou seu reino e cheio de má intenção foi até o reino de Joabe, ali Abner totalmente descoberto morreu.

Joabe chama a Abner em segredo, e ali na escuridão lhe finca um dardo fatal, Abner o indomável, inquestionável, intocável morreu, na sua própria astúcia, pois ao invés de reconhecer o próprio erro, preferiu armar contra aquele que queria discipliná-lo e dirigi-lo, da mesma forma quantos milhares de Abners tem morrido no caminho, no reino das trevas, pois embora trabalhassem em templos, andassem ao lado de autoridades, viviam no reino, se moviam, tinham os maiores e melhores dons, todavia insubordináveis não se submetiam a repreensão e ao invés de aceitarem ser corrigidos como filhos, optavam pela dissimulação, traição, preferiam sair ofendendo, xingando, traindo e falando mal da igreja do que aceitarem que a chaga estava neles, que eles precisavam ser tratados, julgavam que seu muito dinheiro, seu ativismo e muitos trabalhos ou dons recompensavam ou justificavam viverem a vida , totalmente alheia á vontade de Deus e aos princípios divinos, porém a chaga da rebeldia e insubordinação é a pior e responsável pelas maiores mortes físicas, espirituais e eternas.

"Porque eis o que diz o Senhor: tua ferida é incurável e perigosa a tua chaga". (Jr 30,12)

A ferida de Israel era a infidelidade, Israel era infiel ao Senhor Deus, e o mesmo mal havia em Abner era infiel a Deus quebrou princípios morais e não admitia ser corrigido e aperfeiçoado:

Davi chorou muito a morte de Abner, ninguém acreditava afinal ele era tão fiel trabalhador, porque morreu como um ímpio? Trabalhava tanto, não tinha as mãos presas realmente, não era passivo, acomodado, preguiçoso, ao contrário era sempre presente, um ativista de primeira, porém embora externamente não tinha prisões que o prendiam , internamente era cativo dos seus pecados ocultos, da sua má índole, de sua altivez, orgulho, insubordinação, manipulação, mentiras, tramas e desrespeito.

E Davi cantou a seguinte lamentação, chorando Abner: Devia Abner morrer como morrem os insensatos?!

Tuas mãos não estavam algemadas, nem acorrentados os teus pés. Caíste como se cai diante de celerados.

E o povo chorou sobre ele. Depois, como todo mundo viesse a Davi insistindo em que ele tomasse algum alimento antes de acabar o dia, ele fez este juramento: Que o Senhor me trate com todo o seu rigor, se eu comer pão ou qualquer outra coisa, antes do pôr-do-sol. (II Sm. 3:33-35)



Da mesma forma hoje em dia, muitos trabalham no reino de Deus, são oficiais, levitas, diáconos, presbíteros mas nunca deixaram a sua chaga ser curada, nunca foram tratados de sua infidelidade, de sua insubordinação a Deus e por isso em momentos inimagináveis tornam-se desleais, cruéis, inimigos ferozes do próprio reino que serviram durante anos, basta serem contrariados, podados, repreendidos dos seus hábitos pecaminosos e doentios e tornam-se perseguidores amargos daqueles a quem serviam aparentemente tão fielmente.



Os filhos do Reino em marcas, sabem e aceitam ser corrigidos e contrariados, querem ser dirigidos, não se julgam os intocáveis, por mais que façam materialmente sabem que precisam de diração espiritual, e sempre prontos querem ser melhorados, aperfeiçoados e limpos, pois não são bastardos, mas filhos de um Deus santo:



Desse modo, cercados como estamos de uma tal nuvem de testemunhas, desvencilhemo-nos das cadeias do pecado. Corramos com perseverança ao combate proposto, com o olhar fixo no autor e consumador de nossa fé, Jesus.

Em vez de gozo que se lhe oferecera, ele suportou a cruz e está sentado à direita do trono de Deus.

Considerai, pois, atentamente aquele que sofreu tantas contrariedades dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo.

Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado.

Estais esquecidos da exortação que vos é dirigida como a filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor. Não desanimes, quando repreendido por ele; pois o Senhor corrige a quem ama e castiga todo aquele que reconhece por seu filho (Pr 3,11s).

Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige?

Mas se permanecêsseis sem a correção que é comum a todos, seríeis bastardos e não filhos legítimos.

Aliás, temos na terra nossos pais que nos corrigem e, no entanto, os olhamos com respeito. Com quanto mais razão nos havemos de submeter ao Pai de nossas almas, o qual nos dará a vida?

Os primeiros nos educaram para pouco tempo, segundo a sua própria conveniência, ao passo que este o faz para nosso bem, para nos comunicar sua santidade.

E verdade que toda correção parece, de momento, antes motivo de pesar que de alegria. Mais tarde, porém, granjeia aos que por ela se exercitaram o melhor fruto de justiça e de paz.

Levantai, pois, vossas mãos fatigadas e vossos joelhos trêmulos (Is 35,3).

Dirigi os vossos passos pelo caminho certo. Os que claudicam tornem ao bom caminho e não se desviem.

Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor.

Estai alerta para que ninguém deixe passar a graça de Deus, e para que não desponte nenhuma planta amarga, capaz de estragar e contaminar a massa inteira.

Que não haja entre vós ninguém sensual nem profanador como Esaú, que, por um prato de comida, vendeu o seu direito de primogenitura.

E sabeis que, desejando ele em seguida receber a bênção do herdeiro, lhe foi recusada. E não bastaram todas as súplicas e lágrimas para que seu pai mudasse de sentimento...

(Hb 12:1-17)

Autora: Pra Raquel Fragoso
Twitter: @prraquelfragoso

domingo, 28 de novembro de 2010

Humanidade desviada, voltem-se para Deus enquanto há vida!

"O Espírito diz expressamente que, nos últimos tempos, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas,de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com a infâmia," (1Tm 4,1-2)


Uma das marcas fundamentais dos últimos dias é a apostasia, o afastamento de Deus , o desvio da palavra e da vontade do Senhor e na atualidad muitos tem seguido este caminho baseando-se em erros, engano, mentiras apregoadas na terra, que apregoa que este mundo é eterno e os bens permanentes ou até o ser humano imortal, porém tudo é perecível e passa, mas os homns não se apercebem disso e gastam sua vida sem darem a glória devida a Deus e sem solidificarem-se espiritualmente.

A estratégica do materialismo ser apregoado como algo de importância superior ao senhor é antiga, proede de faraó, que quando convocado por Deus para liberar o povo para oferecerem cultos ao Senhor, prontamente alegou que aquilo era falta do que fazer, pois uma pessoa ocupada jamais se preocuparia com estas coisas, e passou a impor escravidão maior aos israelitas visando ocupá-los e cansa-los a ponto de desgastados desistirem de buscar pela vida espiritual, porém percebam que o culto era somente um ponto baseado na grande obra que o /senhor iria fazer, pelo culto prestado Deus ia trazer a grande libertação ao povo, pelo louvor, adoração, ofertas dedicadas iria ocorrer obra eterna sobre eles, pois deus queria levá-los a uma terra que mana leite e mel, levá-los a usufruir de uma condição e de oportunidades que eles nunca experimentariam se não fosse pela benção do Senhor em suas vidas.

Exodo 5

1. Depois disso, Moisés e Aarão dirigiram-se ao faraó e disseram-lhe: “Assim fala o Senhor, o Deus de Israel: deixa ir o meu povo, para que me faça uma festa no deserto”.

3. Eles prosseguiram: “O Deus dos hebreus nos apareceu. Deixa-nos ir ao deserto, a três dias de caminho, para oferecer sacrifícios ao Senhor, para que não nos fira ele pela peste ou pela espada”.

4. O rei do Egito disse-lhes: “Moisés e Aarão, por que quereis desviar o povo do seu trabalho? Ide às vossas ocupações”.

5. E ajuntou: “O povo é, atualmente, numeroso, e vós o faríeis interromper seus trabalhos!”

6. Naquele mesmo dia, deu o faraó ao inspetor do povo e aos vigias esta ordem:

7. “Não fornecereis mais, como dantes, a palha ao povo para fazer os tijolos: irão eles mesmos procurá-la.

8. Entretanto, exigi deles a mesma quantidade de tijolos que antes, sem nada diminuir. São uns preguiçosos. É por isso que clamam: queremos ir oferecer sacrifícios ao nosso Deus.

9. Que sejam sobrecarregados de trabalhos ocupem-se eles de suas tarefas e não dêem ouvidos às mentiras que se lhes contam!”

10. Os inspetores e os vigias do povo foram dizer-lhes:

11. “o faraó manda-vos dizer que já não vos fornecerá palha; e que vós mesmos devereis procurá-la onde houver, mas nada se diminuirá de vosso trabalho”.

12. Espalhou-se, pois, o povo por todo o Egito para ajuntar restolhos em lugar de palha.

13. Os inspetores instavam com eles, dizendo: “Aprontai vossa tarefa diária, como quando se vos fornecia palha.”

14. Açoitavam até os vigias israelitas que os inspetores do faraó tinham estabelecido sobre eles. Diziam-lhes: “Por que não terminastes, ontem e hoje, como antes, o que se vos havia fixado de tijolos a fazer?”

15. Os vigias israelitas foram queixar-se ao faraó: “Por que, perguntaram eles, procedes desse modo com os teus servos?

16. Não se nos fornece mais a palha e se nos diz: fazei tijolos. E chegam até a nos açoitar (como se) teu povo estivesse em falta”.

17. O faraó respondeu: “Vós sois uns preguiçosos, sim, uns preguiçosos! É por isso que dizeis: queremos ir oferecer sacrifícios ao Senhor.

18. E agora, ao trabalho! Não se vos fornecerá a palha, mas deveis entregar a mesma quantidade de tijolos.”



O trabalho é uma benção de deus , mas a priorização do senhor é fundamental para gerar o milagre, a provisão, um sustento abençoado e a prosperidade para os filhos de Deus, porém a apostasia tem tomado conta da terra, e os homens ja nem se importam com o afastamento de Deus, com a ausencia por meses dos cultos de adoração, pela falta de dedicação, não se apercebem da negligencia, abandono e desmazelo que tem tratado a obra de Deus, mas ao contrário ensandecidos e enganados ainda se gloriam pelas suas muitas ocupações que não os permite ir a casa de Deus. Colocam-se como pessoas superiores e elevadas por não terem tempo para cultuar ou participar da obra de deus, não vendo que são enganados e iludidos escravos deste mundo perecível que nada vai lhes acrescentar senão por um período mas certamente os decepcionará:

"O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente". (1Jo 2,17)

O ensino de Deus para a humanidade é, busque a deus primeiro e tudo será acrescentado na sua vida, pois na verdade tudo que você fizer depois da benção recebida é certamente vitória e conquista para sua vida, aquilo que você se desgastaria para colher por causa de Deus você abençoadamente será honrado, e o seu trabalho nunca será vão, mas para isso priorize Deus, não entre na apostasia apregoada pela terra:

"Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo". (Mt 6,33)

De ao Senhor o que lhe pertence, entegue a ele o louvor eo culto pois é Deus o teu criador e aquilo que compete ao mundo virá nas suas mãos:

"De César, responderam-lhe. Disse-lhes então Jesus: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". (Mt 22,21)

A apostasia tem tomado conta da terra e tem gerado deformações terríveis no ser humano, deformações espirituais, morais e éticas irreparáveis e a cada geração o grau de decomposição moral é maior, pois há um desgaste total dos valores, uma total desvalorização dos conseitos sagrados, santos e divinos, veja o perfil dos habitantes da terra nos últimos dias:

"Nota bem o seguinte: nos últimos dias haverá um período difícil.

Os homens se tornarão egoístas, avarentos, fanfarrões, soberbos, rebeldes aos pais, ingratos, malvados, desalmados, desleais, caluniadores, devassos, cruéis, inimigos dos bons,traidores, insolentes, cegos de orgulho, amigos dos prazeres e não de Deus,ostentarão a aparência de piedade, mas desdenharão a realidade. Dessa gente, afasta-te!" (2Tm 3,1-5)



Perceba é muito claro a apostasia, o afastamento de Deus gera consequências, e o mundo está preparado para o anti-Cristo, e este só poderá se manifestar quando esta apostasia tiver tomado grandes proporções como na verdade já tem tomado, pois somente desta forma ele será aceito e venerado:



"Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição," (2Ts 2,3)



O Senhor tem convidado os seus para , se alimentarem do Pão que é a Palavra a Palavra gera fé , transformação, todavia os homens recusam tal grandiosidade, pois cegos por este mundo falível preferem ocupar-se com o que é perecível e destrutível:



Salmos 48 Bíblia Católica

Salmos 49 Bíblia Comum



7. Eles confiam em seus bens, e se vangloriam das grandes riquezas.

8. Mas nenhum homem a si mesmo pode salvar-se, nem pagar a Deus o seu resgate.

9. Caríssimo é o preço da sua alma, jamais conseguirá

10. prolongar indefinidamente a vida e escapar da morte,

11. porque ele verá morrer o sábio, assim como o néscio e o insensato, deixando a outrem os seus bens.

12. O túmulo será sua eterna morada, sua perpétua habitação, ainda que tenha dado a regiões inteiras o seu nome,

13. pois não permanecerá o homem que vive na opulência: ele é semelhante ao gado que se abate.

14. Este é o destino dos que estultamente em si confiam, tal é o fim dos que só vivem em delícias.

15. Como um rebanho serão postos no lugar dos mortos; a morte é seu pastor e os justos dominarão sobre eles. Depressa desaparecerão suas figuras, a região dos mortos será sua morada.

16. Deus, porém, livrará minha alma da habitação dos mortos, tomando-me consigo.

17. Não temas quando alguém se torna rico, quando aumenta o luxo de sua casa.

18. Em morrendo, nada levará consigo, nem sua fortuna descerá com ele aos infernos.

19. Ainda que em vida a si se felicitasse: Hão de te aplaudir pelos bens que granjeaste.

20. Ele irá para a companhia de seus pais, que nunca mais verão a luz.

21. O homem que vive na opulência e não reflete é semelhante ao gado que se abate.





Por isso Não haja como estes convidados , cheio de desculpas para não irem a presença do Senhor, um alegou que comprou um terreno, outro carros de boi e outro casamento, porém o Senhor da casa indignado mandou chamar mais e mais gente para festejarem com ele, todavia mesmo chamando muitos ainda ficou sobrando lugares, assim ocorre no reino de Deus, o Senhor tem festa, tem espaço , tem prosperidade e bençãos para o seu povo, porém estes preferem afastarem-se, orgulhosamente e astutamente envolverem-se em muitos embaraços, não se importam de estarem ausentes, de não buscarem , de não zelarem pela vida espiritual e a verdade é vai sobrar espaço, pois Deus tem lugar para todos os seus mas muitos ficarão de fora, pois preferiram amar este mundo, e não amaram a Deus:



"A estas palavras, disse a Jesus um dos convidados: Feliz daquele que comer o pão no Reino de Deus!"

Respondeu-lhe Jesus: Um homem deu uma grande ceia e convidou muitas pessoas.

E à hora da ceia, enviou seu servo para dizer aos convidados: Vinde, tudo já está preparado.

Mas todos, um a um, começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um terreno e preciso sair para vê-lo; rogo-te me dês por escusado.

Disse outro: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te me dês por escusado.

Disse também um outro: Casei-me e por isso não posso ir.

Voltou o servo e referiu isto a seu senhor. Então, irado, o pai de família disse a seu servo: Sai, sem demora, pelas praças e pelas ruas da cidade e introduz aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos.

Disse o servo: Senhor, está feito como ordenaste e ainda há lugar. (Luc.14:15-22)



pois como loucos, acham que viverão eternamente e tudo lhes ira bem, mas enganam-se pois este muito é traiçoeiro e os dias são maus, no momento em que menos esperam são pegos de surpresa , por isso muitos desmaiariam de terror nos últimos dias (Luc.21) por isso tanta depressão, suicídio, mortes, assassinatos, crises pois a humanidade esqueceu-se de Deus e optou por contruir num terreno frágil e instável que é o mundo, e quando seus castelos de areia caem, eles não tem em quem se apegar, pois estão muito longe de Deus ou melhor muitos nem O conheceram, ababdone as justificativas, dÊ lugar para Deus em sua vida, pare de desculpas, honre ao Senhor e afirmo sua casa não será erquiga sobre a areia frágil, mas tudo que tiveres, estará debaixo da benção e não te atingirá, pois sua riqueza eterna estará sempre guardada e preservada com Deus, seu amor próprio, fé, amor e esperança...



"15. E disse então ao povo: Guardai-vos escrupulosamente de toda a avareza, porque a vida de um homem, ainda que ele esteja na abundância, não depende de suas riquezas.

16. E propôs-lhe esta parábola: Havia um homem rico cujos campos produziam muito.

17. E ele refletia consigo: Que farei? Porque não tenho onde recolher a minha colheita.

18. Disse então ele: Farei o seguinte: derrubarei os meus celeiros e construirei maiores; neles recolherei toda a minha colheita e os meus bens.

19. E direi à minha alma: ó minha alma, tens muitos bens em depósito para muitíssimos anos; descansa, come, bebe e regala-te.

20. Deus, porém, lhe disse: Insensato! Nesta noite ainda exigirão de ti a tua alma. E as coisas, que ajuntaste, de quem serão?

21. Assim acontece ao homem que entesoura para si mesmo e não é rico para Deus." (Lc 12,15-21)

Todo aquele que wse prende a este mundo, ama-o mais do que a Deus, vai sofrer muito, pois este mundo é corruptível, não é estável somente Deus é eterno:

"Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai. Porque tudo o que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procede do Pai, mas do mundo". (1Jo 2,15-16)

Não deixe para amanhã, busque a Deus agora, se posicione com o senhor hoje, amanhã pode ser tarde demais, ao invés de permaneceres bem hoje e amanhã mal, faça o contrário garanta um bom futuro na sua vida, pois ainda que hoje os dias estejamm dificeis mas com Deus presente no seu barco, a maior tempestade será detida e o mal não te destruirá, e no teu porvir viverás dias de graça e calma pela presença de Jesus:

"Mas, lembra-te de teu Criador nos dias de tua juventude, antes que venham os maus dias e que apareçam os anos dos quais dirás: Não sinto prazer neles;" (Ecl 12,1)

Dê glórias ao Senhor agora, antes que venham os dias maus, antes que venham as trevas e o mal te pegue de surpresa, ainda que Deus te ame muito ele assistirá em lágrimas a tua queda, pois foi opção tua, é o teu livre árbitrio, que lhe trará retorno , o egoísmo, orgulho, apostasia, frieza impossibilitou que ouvisses a voz de deus te dirigindo para um futuro melhor, levante-se agora e busque ao Senhor, adore-o, invoque-o e ele satisfará o desejo do seu coração:

"Dai glória ao Senhor, vosso Deus, antes que venham as trevas, e antes que tropecem os vossos pés nos montes tenebrosos. A luz que esperais será transformada em escuridão, pois que ele a converterá em noite profunda". (Jr 13,16)

"Se não prestardes ouvidos, a minha alma derramará lágrimas em segredo por vosso orgulho, e meus olhos se fundirão em pranto, por causa da deportação do rebanho do Senhor". (Jr 13,17)

"Buscai o Senhor, já que ele se deixa encontrar; invocai-o, já que está perto". (Is 55,6)