Mostrando postagens com marcador enganador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador enganador. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de julho de 2008


Aquele que gosta de ser adulado é digno do adulador.
William Shakespeare

É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada.
William Shakespeare

Em tempo de paz convém ao homem serenidade e humildade; mas quando estoura a guerra deve agir como um tigre!
William Shakespeare

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.
William Shakespeare

Ó beleza! Onde está tua verdade?
William Shakespeare
Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente.
William Shakespeare

Os homens de poucas palavras são os melhores.
William Shakespeare

A cólera é um cavalo fogoso; se lhe largamos o freio, o seu ardor exagerado em breve a deixa esgotada.
William Shakespeare

Combater e morrer, é pela morte derrotar a morte, mas temer e morrer é fazer-lhe homenagem com um sopro servil.
William Shakespeare

Lamentar uma dor passada, no presente, / é criar outra dor e sofrer novamente.
William Shakespeare

Chorar sobre as desgraças passadas é a maneira mais segura de atrair outras.
William Shakespeare

O rosto enganador deve ocultar o que o falso coração sabe.
William Shakespeare

Chorar é diminuir a profundidade da dor.
William Shakespeare

Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos.
William Shakespeare

Os que muito falam, pouco fazem de bom.
William Shakespeare


O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que tem medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
William Shakespeare

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Aos bajulados e aos bajuladores


Falou tudo o que sempre eu quis falar:


BAJULAÇÃO


Há pessoas que adoram a bajulação,
Lhes dêem palmadinhas, nas costas,
Estéril é o seu carácter, seu coração,
Parecendo-se com vitrinas expostas.

Semelhantes a palhaços, simulação,
De si mesmos, dos outros, impostas
Conversas, são aqui a sua atracção,
Dividindo tudo, em iguais respostas.

E montado o circo, é vê-los a actuar,
Rodeados de outros palhaços, afins,
Usando cabriolas, para aqui festejar.

Não sabem quando parar, gastando
E dividindo co os outros, parcos fins
E, a vã glória, possam ir alcançando.

Jorge Humberto