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sábado, 28 de setembro de 2013

Bill Gates quer vacinas para reduzir a população


Gates"Ora, se realmente fizermos um grande trabalho na criação de novas vacinas, assistência de saúde, serviços de saúde reprodutiva, abaixaremos a população mundial em 10 ou 15 por cento", disse ele.
Quando o co-fundador da Microsoft e promotor do controle populacional Bill Gates falou recentemente sobre usar vacinas para reduzir a população mundial, ele deu início a uma onda de especulação sobre sua possível insinuação de campanhas disfarçadas de esterilização. De acordo com aFundação Gates, porém, o multimilionário de fato defende o uso de vacinas para diminuir a mortalidade infantil - algo que ele afirma que realmente diminui o crescimento da população.
Os comentários de Gates ocorreram enquanto ele estava dando um discurso numa conferência de TED (tecnologia, entretenimento e design) sobre como os seres humanos podem reduzir suas emissões de CO2 a fim de reduzir o aquecimento global. "A temperatura só vai parar de subir", afirmou ele, "quando chegarmos a quase zero [em emissões de carbono].
Pelo fato de que a quantidade de CO2 emitida tem relação com a população humana, Gates mencionou resumidamente meios de reduzir a projetada população mundial, inclusive "serviços de saúde reprodutiva" - aborto e contracepção - bem como vacinas.
"Ora, se realmente fizermos um grande trabalho na criação de novas vacinas, assistência de saúde, serviços de saúde reprodutiva, abaixaremos a população mundial em 10 ou 15 por cento", disse ele.
Gates é famoso por financiar medidas de controle populacional pró-aborto - mas a referência que Gates fez sobre vacinas imediatamente lançou especulações com relação ao uso de tais drogas para disseminar agentes esterilizantes em grande escala.
Campanhas de vacinação no passado foram encobertamente usadas para esterilizar mulheres. Em 1995, o Supremo Tribunal das Filipinas descobriu que as vacinas usadas numa campanha de vacinação antitetânica do UNICEF continham o B-hCG, que quando dado numa vacina, destrói permanentemente a capacidade de uma mulher sustentar uma gravidez. Aproximadamente três milhões de mulheres já haviam tomado a vacina.
Apesar disso, Gates afirma trabalhar com uma perspectiva aparentemente contraditória de que diminuindo-se a mortalidade infantil também diminui-se o crescimento da população. Em resposta a uma pergunta de LifeSiteNews, a Fundação Gates - observando que Gates havia discursado no evento de TED exclusivamente a título pessoal - apontou para o fato de que Gates disse em sua Carta Anual de 2009 que um "fato surpreendente, mas crítico, é que reduzir o número de mortes [infantis] realmente reduz o crescimento populacional".
Ele continuou, explicando que a teoria de que pais terão mais filhos quando a mortalidade infantil é elevada, a fim de garantir que vários filhos sobrevivam para cuidar deles quando envelhecerem.
"Se melhorarmos o sistema de saúde numa sociedade... de forma surpreendente, o crescimento populacional cai", Gates disse para a CNN em 2008. "E é por isso que os pais precisam ter alguns filhos para sobreviver na vida adulta para cuidar deles quando ficarem velhos".
"E assim, se eles pensam que ter filhos é o que eles precisam fazer para ter pelo menos dois para sobreviver, é isso o que eles farão. E o que é estupendo é que no mundo inteiro, à medida que o sistema de saúde melhora, então o crescimento populacional é realmente reduzido".
A Fundação Bill e Melinda Gates recentemente se comprometeu a doar dez bilhões de dólares para vacinar crianças no mundo inteiro.


Tradução: Julio Severo
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030810.html
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sexta-feira, 23 de março de 2012

Todo verdadeiro critão é louco mesmo

Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos.
Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu;
conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver;
espera ir para o céu pelos méritos de outro;
esvazia-se para que possa estar cheio;
admite estar errado para que posa ser declarado certo;
desce para que possa ir para o alto;
é mais forte quando ele é mais fraco;
é mais rico quando é mais pobre;
mais feliz quando se sente o pior.

Ele morre para que possa viver;
renuncia para que possa ter;
doa para que possa manter;
vê o invisível,
ouve o inaudível
e conhece o que excede todo o entendimento

(A. W. Tozer)

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Foi abortada e sobreviveu


Foi abortada, sobreviveu e hoje louva ao Senhor da vida

Em 6 de abril, a compositora e escritora norte-americana Gianna Jessen completou 31 anos. Infelizmente, pouco se sabe dela no Brasil, porém a jovem Jessen é uma das mais influentes ativistas pró-vida nos Estados Unidos e no mundo. Cristã, sua história virou livro há alguns anos. A seguir, leia um dos famosos depoimentos de Jessen, dado à Câmara dos Deputados dos EUA em 22 de abril de 1996, onde contou como foi abortada, mas sobreviveu.

“O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia, mas atualmente vivo no Tennessee. Fui adotada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina. Sou a pessoa que ela abortou. Mas, em vez de morrer, sobrevivi”.

“Felizmente, para mim, o médico aborteiro não estava na clínica quando nasci com vida, às 6h da madrugada de 6 de abril de 1977. Nasci prematura: a minha morte não estava prevista para antes das 9h, altura em que o aborteiro deveria começar a trabalhar. Tenho a certeza de que não estaria aqui hoje no caso de o aborteiro estar na clínica, pois o seu trabalho é matar, e não salvar. Algumas pessoas disseram que sou um aborto de carniceiro, um aborto falhado”.
“Algumas pessoas presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras moças que estavam na clínica à espera da morte de seus bebês. Disseram-me que isso foi um momento de histeria. Próximo estava uma enfermeira que chamou a emergência e eles transferiram-me para um hospital. Fiquei naquele hospital mais ou menos três meses. No princípio, não havia muita esperança, pois pesava somente 900g. Hoje, já há casos de bebês que sobreviveram sendo menores que eu”.

“Acabei sobrevivendo e saindo do hospital, sendo entregue a uma babá. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto. Disseram à minha babá que seria muito difícil que chegasse a engatinhar ou andar. Não conseguia sentar sem ajuda. Graças às orações, à dedicação da minha babá e, mais tarde, de muitas outras pessoas, acabei aprendendo a sentar-me sozinha, a engatinhar e a ficar de pé. Comecei a andar com muletas pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adotada pela filha da minha babá, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O serviço de assistência social não me permitia ser adotada antes disso”.
“Continuei a fisioterapia por causa da minha deficiência e, depois de quatro intervenções cirúrgicas, posso agora andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. Algumas vezes caio, embora, depois de cair durante 19 anos, tenha aprendido a cair graciosamente”.
“Estou contente por estar viva. Quase morri. Todos os dias agradeço a Deus pela vida. Não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos ou qualquer um dos títulos que dão às crianças em gestação. Não considero que as pessoas concebidas sejam meramente essas coisas”.
“Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas são gratas pelo dom da vida. Há alguns meses, conheci outra menina que sobreviveu a um aborto por solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e tem também paralisia cerebral. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O aborteiro, além de injetar a solução no útero da mãe, injeta também no bebê. A Sara foi injetada na cabeça. Pude ver em que parte da cabeça isso lhe foi feito. Quando falo, faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, como a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar”.

“Hoje, um bebê só é bebê quando vem na hora certa. Quando a hora não é certa, é um monte de tecidos ou outra coisa qualquer. Um bebê é um bebê quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Um bebê é tecido ou massa de células quando o aborto é provocado aos 2, 3 ou 4 meses. Por que isso é assim? Não vejo diferença nenhuma. Que diferença vêem os senhores? Muitos fecham os olhos…”

“Para defender a vida, a melhor coisa que eu lhes posso mostrar é a minha vida. É um grande dom. Matar não é a solução para nenhum problema ou situação. Mostrem-me que matar é solução. Há uma citação na parte de cima de um dos edifícios do Capitólio que diz: ‘Aquilo que é moralmente errado não pode ser politicamente correto’.

O aborto é moralmente errado. O nosso país está derramando o sangue de inocentes. Os Estados Unidos estão matando o seu futuro”.
“Toda vida tem valor. Toda a vida é um dom do nosso Criador. Temos de receber e cuidar dos dons que nos foram dados. Temos de honrar o direito à vida”.

Como Gianna, louvemos ao Deus da vida dizendo também “não” ao aborto.

Fonte: Mensageiro da Paz
Ano: 79 Nº 1476